
Esse espaço é para divulgação e socialização do meu trabalho, pesquisas com todos aqueles que se interessam e que fazem aula comigo!! Refletir um pouco mais sobre o verdadeiro papel do professor de educação física enquanto educador e não apenas um técnico... Conhecer as diversas possibilidades da nossa cultura corporal e como aplicá-las em aulas...
quinta-feira, janeiro 24, 2008
A auto-confiança foi reencontrada....

O momento é agora!!!!
NÃO DEIXE PARA FAZER DEPOIS O QUE VOCÊ PODE, E DEVE, FAZER AGORA!
O ano de 2007 acabou recentemente e, novamente,vem aquela sensação de que o ano voou, passou muito rápido. A mesma sensação do ano passado, e retrasado, e também do ano anterior... Qual será a razão para sentirmos o mesmo todo ano Mente dispersa Excessos de distrações que não satisfazem Falta de presença Vale a reflexão...
Uma pergunta: você fez o que tinha de fazer em 2007 Lembre-se de todas as vontades e resoluções, de todos os deveres e “missões” a serem cumpridos, idealizados no início do ano. O que foi realizado E o que foi transferido para depois, depois e depois, “ano que vem eu faço” De novo Perguntas simples, diretas, nem sempre fáceis ou agradáveis, mas tão necessárias para nos conscientizar e, só aí, ter a chance de evoluir. Vale a reflexão...
No caminho do auto-conhecimento, aprendemos a observar e a encarar várias das nossas tendências, aquelas coisas todas que limitam nosso crescimento e desenvolvimento pessoal. Chega o fim do ano, vejo tanta gente carregando uma sensação pesada, mistura de frustração e angústia, de “dever não cumprido”. Normalmente, vem junto uma ansiedade infantil de torcer para o ano acabar logo, pois “ano que vem vai ser diferente”. Que bloqueio é esse, que todos temos em uma ou outra área de nossas vidas, que parece tão difícil de superar Preguiça, indisciplina, falta de força de vontade Mais uma vez, vale a reflexão...
Na posição de professor de Yoga e do dharma, uma das mais desafiantes responsabilidades que tenho é trazer questionamentos sobre a qualidade e a profundidade da relação que estamos dispostos a ter com o caminho de auto-conhecimento. Direta, ou indiretamente, busco levar as pessoas a um processo de auto-observação sincero e até mesmo crítico, sem os julgamentos do ego, para encarar os próprios condicionamentos. Recebo os mais diferentes comentários, e desculpas, de todos aqueles que resistem. Quem entende a verdadeira intenção por trás desse processo de investigação e questionamento (em inglês, self inquiry) recolhe-se, naturalmente, no silêncio de si mesmo.
Há mais ou menos 2.500 anos, nos ensinamentos do “Caminho Óctuplo”, Buda nos lembra o significado de “correto esforço”. Mais ou menos na mesma época, o grande mestre chinês Lao Tsé escreveu sobre a importância de “fazer o que tem de fazer”. Por sua vez, Patañjali orienta a praticarmos tapas, força de vontade, para que possamos ter a chance de vivenciar o Yoga. Não tem como escapar! Esforço, ação e disciplina são requisitos no caminho espiritual!
Tá na hora de cumprir com o dever, todo mundo, esse é o momento. Chega de ilusão, de preguiça, de angústia, de culpa, de novela. Chega de ano que vem, quem sabe, talvez... O momento é agora! É agora que minha prática pessoal vira prioridade, é agora que me liberto desse vício, é agora que passo a dar mais atenção ‘a minha alimentação e ‘a minha saúde, é agora que dou um basta em relações que não me nutrem mais, é agora que começo a estudar para fazer a faculdade daquilo que descobri ser meu propósito de vida, é agora eu encontro um tempo para ajudar o próximo, é agora que agradeço quem me ajudou ou peço perdão a quem eu machuquei, é agora.
Feliz ano novo, feliz vida, segue sempre...
Namo Namo.... “
(Marco Schultz)
quarta-feira, janeiro 23, 2008
sábado, janeiro 19, 2008
A superação....
Equilíbrio, força, concentração, alinhamento, alongamento.... tudo em um único movimento harmônico na prática de Yogilates.
Ivy, praticante de Pilates e Yogilates há 1 ano.
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Ano Novo, VIda Nova!!!!
“A chegada do final do ano sempre em acompanhada de emoções e é impossível ficarmos indiferentes. Eu gosto de pensar menos em final e mais em começo. E como todo começo, o ano-novo é uma nova oportunidade para termos nossas esperanças na vida renovadas. Friamente pensando, pode parecer uma bobeira, afinal, não deitamos dia 31 de dezembro para milagrosamente acordarmos diferentes no dia primeiro. Mas dependendo de nossa intenção, podemos até fazer essa mágica acontecer!
A todo o momento temos a oportunidade de mudar nossas vidas, de alterar o nosso destino, de recomeçar. Aliás, o que é a vida senão um eterno recomeço E o ano-novo é uma boa hora pra renovarmos nossas resoluções e olharmos para dentro. Não para fazer planos futuros, mas planos presentes. Podemos enxergar entrada de 2008 como mais uma oportunidade para descobrirmos o nosso poder interior, de entrarmos em contato com os nossos próprios corações com sinceridade e generosidade e descobrirmos que tudo o que procuramos está aqui dentro, agora e sempre. E, principalmente, que apesar de nem sempre podermos mudar o que acontece no mundo lá fora, podemos sempre mudar a maneira de reagir aos acontecimentos. Milagrosamente, quando essa mudança acontece, tudo lá fora parece mudar também”.
(Isabela Fontes)
O MOMENTO É AGORA!!! UM EXCELENTE 2008!!!!!
COM MUITA ENERGIA, FORÇA,VITALIDADE PARA REALIZAR O QUE DESEJAM!!! XUÁAAA
POETA CORPORAL
SUEL SHÁKTI
sexta-feira, dezembro 07, 2007
O VOCABULÁRIO DO SUPREMO SUCESSO!!
“A palavra certa é um agente poderoso. Sempre que encontramos uma dessas palavras intensamente certas... o efeito resultante é físico e espiritual, além de imediato.” (Mark Twain)
Palavras... são usadas para nos fazer rir ou chorar. Podem ferir ou curar. Oferecem-nos esperança ou desolação. Com palavras, podemos expressar nossas intenções mais nobres, e também nossos desejos mais profundos.
Ao longo da história humana, nossos maiores líderes e pensadores usaram o poder da palavra para transformar nossas emoções, recrutar-nos para suas causas, e moldar o curso destino. As palavras podem não apenas criar emoções, mas também criam ações. E de nossas ações fluem os resultados de nossas vidas.
Muitas pessoas conhecem o papel poderoso que as palavras desempenharam na história, do poder dos grandes oradores para nos emocionar, mas poucos conhecem o seu próprio poder para usar as mesmas palavras a fim de desafiar, ousar e fortalecer seu espírito, levar à ação, e procurar as riquezas maiores dessa dádiva a que chamamos vida.
Uma seleção eficaz de palavras para descrever a experiência de nossas vidas pode expandir nossas emoções mais fortalecedoras. Uma seleção de palavras inferior pode nos destruir, com a mesma certeza e rapidez. A maioria das pessoas faz opções inconscientes nas palavras que usa; avançamos como sonâmbulos pelo labirinto de possibilidades à nossa disposição. Compreenda agora o poder que suas palavras comandam, se apenas as escolher com sensatez.
As palavras podem ferir o ego ou inflamar o coração – podemos instantaneamente mudar qualquer experiência emocional pela simples escolha de novas palavras para descrever a nós mesmos o que sentimos. Se, no entanto, deixamos de dominar as palavras, e permitimos que sua seleção seja determinada estritamente pelo hábito inconsciente, podemos denegrir toda a nossa experiência de vida.
Se você descreve uma experiência magnífica como sendo “muito boa”, a textura rica será analisada e reduzida pelo uso limitado do vocabulário. As pessoas com um vocabulário empobrecido levam uma vida emocional empobrecida; as pessoas com um vocabulário rico possuem uma palheta multicolorida para pintar suas experiências, não apenas para os outros, mas também para si mesmas.
Você pode estar dizendo: “não é apenas uma questão e semântica? Que diferença faz esse jogo com as palavras?”. A resposta é que se tudo o que você fizer for mudar a palavra, então a experiência não muda. Mas se o uso da palavra o levar a romper seus padrões emocionais habituais, então tudo muda. Usar de forma efetiva o Vocabulário Transformacional - o vocabulário que transforma nossa experiência emocional - rompe padrões estéreis, faz-nos sorrir, produz sentimentos totalmente diferentes, muda nossos estados, e permite-nos fazer perguntas mais inteligentes.
Como seria sua vida se você pudesse pegar todas as emoções negativas que já sentiu e baixar sua intensidade, a fim de que não tenham um impacto tão poderoso, o que lhe permitirá se manter sempre no comando? Como seria sua vida se pudesse pegar as emoções mais positivas e intensificá-las, levando assim sua vida para um nível superior? Aqui está sua PRIMEIRA MISSÃO!
Tire um momento agora, e anote três palavras que usa atualmente, numa base regular, para se fazer sentir horrível (entediado, frustrado, desapontado, irritado, humilhado, magoado, triste, e assim por diante). Quaisquer que sejam as palavras que você escolheu, certifique-se de que são aquelas que usa regularmente para se enfraquecer. Para descobrir algumas das palavras de que precisa para se fortalecer, pergunte a si mesmo: “Quais são alguns dos sentimentos negativos que tenho uma base sistemática?”.
Em seguida, depois de identificar essas três palavras, divirta-se um pouco. Assuma um estado furioso e afrontoso, e procure algumas novas palavras que ache que poderia usar para romper seu padrão, ou pelo menos abaixar sua intensidade emocional de alguma forma. Deixe-me dar uma indicação sobre a maneira de selecionar palavras que realmente serão benéficas para você a longo prazo.
Lembre-se de que seu cérebro adora qualquer coisa que o tire da DOR e o leve ao PRAZER, por isso escolha uma palavra que você vai QUERER usar no lugar da antiga e limitadora.
Um dos motivos pelos quais usei “desgostoso” ou “um pouco aborrecido”, em vez de “irritado”, é que parecem termos ridículos. É uma total interrupção de padrão para mim, e também para qualquer pessoa que esteja em escutando,e como adoro romper padrões, obtenho muito prazer e diversão com o uso de palavras assim. A partir do momento em que você obtiver resultados desse tipo, garanto que também ficará viciado no processo.
segunda-feira, novembro 26, 2007
Alinhamento....
A transformação vem quando conseguimos mover energia pelo corpo
Muitas pessoas imaginam que focar a prática no alinhamento é desnecessário, ou um preciosismo de aulas de Iyengar Yoga. Na realidade, o alinhamento é parte intrínseca de qualquer prática duradoura de Hatha Yoga, e não tem como único propósito a apresentação geométrica da estrutura do corpo.
Aos nos preocuparmos com o alinhamento de ossos e músculos, estamos no fundo limpando e preparando o corpo físico para que o prana possa se mover através dos canais energéticos no corpo sutil. A precisão no asana não visa meramente o alinhamento de partes específicas do corpo, como explica Prashant Iyengar, mas o “perfeito funcionamento do ser humano por inteiro. Se o corpo está alinhado com precisão, então a respiração estará alinhada com a mesma precisão; se a respiração está equilibrada, então a mente, as emoções e os sentidos entram em equilíbrio”.
E desta forma poderemos realmente experimentar uma comunhão entre nosso corpo, nossa mente, e quem sabe nosso espírito!
Imagine um rio seco descendo um vale. O caminho está lá, mas sem água o rio tem pouco impacto nos arredores, nas pedras do caminho, nas margens. Somente quando o rio está cheio de água ele tem o poder de mover coisas de lugar, de modificar as margens e até de alterar o seu curso, achando novos caminhos.
Primeiramente, nos alinhar significa achar um padrão de cooperação e harmonia entre os membros do corpo. Isto pode ser tão simples quanto girar os joelhos na mesma direção que os pés. Quando encontramos esta cooperação, as partes do corpo concordam com que tipo de ação deve ser feita. O pé concorda com o joelho e se movem em uníssono. Esta forma de cooperação torna o movimento harmônico e diminui a chance de lesões.
O segundo passo é muito mais dinâmico e, como todas as coisas simples, talvez possa ser mais difícil de entender. Depois de termos nos “preparado” estruturalmente, temos de colocar a energia para circular: devemos engajar o nosso alinhamento para reforçar o espaço criado e conectar o movimento com sua posição no espaço.
a) podemos entregar o peso e empurrar o corpo através de um dos membros, (braços, pernas, ísquios) e direcionar o rebote de força de volta por meio do centro em direção ao membro oposto.
b) ou começar o movimento estendendo-se por meio de um dos membros em direção ao espaço e seguindo com o resto do corpo. Em sirsana, (posição cabeça para baixa na invertida sobre a cabeça) entregamos o corpo ao chão com cabeça, ombros e direcionamos o rebote através do corpo central, finalizando a postura estendendo os pés para o espaço. Em todos os movimentos devemos trabalhar a entrega do peso e a extensão em conjunto.
Normalmente se empurramos uma extremidade, temos de estender a extremidade oposta para completar o movimento. É fácil testar este alinhamento: se ao empurrarmos uma extremidade, o centro do corpo colapsar, é porque o alinhamento não estava engajado.
Desfrute do bom alinhamento durante sua prática. É ela que permitirá o ótimo uso de energia, permitindo que o seu corpo faça mais com menos esforço!
Namaskar!
(Texto extraído da Revista Prana Yoga Journal, Profª Isabela Fortes)




terça-feira, novembro 13, 2007
RUMO AO VERÃO 2007/2008 COM MUITA VITALIDADE!!!!
A vida pode ser comparada à conquista de uma montanha. Como a vida, ela possui altos e baixos.
Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso. Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quantomais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.
No momento da escalada, o início parece ser fácil.Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho. Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir oideal: chegar ao topo.À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso.
As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu.
Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas... Então, dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas.
Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.
Nesse momento, precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar machucados, feridos a ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar.
O amigo vem e nos cura os ferimentos.
Estende-nos as mãos, puxa-nose nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida. Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia. Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento.
Depois vêem as tempestades de neve, os ventos árticos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos. Se escorregarmos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo.
Se cairmos num buraco de falsidade de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.
Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.
Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha. Para os alpinistas, os mais altos picos são os que mais os atraem.
Eles desejam alcançar o topo e se esmeram. Preparam-se durante meses. Selecionam equipe, material e depois se dispõem para a grande conquista.
Todos nós temos um desejo, um sonho, um objetivo, um verdadeiro Everest.
E este Everest não tem 8.848 metros de altitude, nem está entre a China e o Nepal,este Everest está dentro de nós.
Preciso ir em busca deste Everest, de nossa mais profunda realização".
Texto: Waldemar Nicliewicz – Alpinista Brasileiro enviado por Alfredo Siciliani
VAMOS LOGO SEM PAREDES!!!!!
E VIVA A NOVA FASE DE NOSSAS AULAS
VERÃO 2007/2008
PROFª SUEL
quinta-feira, outubro 25, 2007
quarta-feira, outubro 24, 2007
VOCÊ DEVE ESTAR BEM
E será que esse tipo de atitude é positivo? É sabido que não, pois, ainda que o objetivo seja realizar determinadas atividades produtivas, é preciso estar bem consigo para, depois, olhar ao redor e resolver os problemas que envolvem outras pessoas. Mas, se quase todo mundo está ciente disso, por que é tão difícil mudar o hábito? As respostas são diversas e pouco conclusivas.
No entanto, uma das coisas que se sabe é que encarar a si mesmo de frente, aprender quais são os próprios limites e equilibrar-se, tanto emocional quanto física e espiritualmente, são das tarefas mais difíceis que o ser humano encontra ao longo da vida. Isso porque o feito envolve, normalmente, um aprendizado demorado que requer dedicação, paciência e coragem. Sim, coragem, porque enfrentar a nós mesmos pode ser algo dolorido e que relutamos em fazer. Afinal, não é nada fácil cutucar nossas fraquezas, nossos medos, nossos anseios, nossas frustrações.
Mas calma. O que se propõe aqui não é uma sessão de terapia, de autoterapia ou de qualquer tratamento de choque que o force a alguma coisa. A yoga é uma prática que pode levá-lo ao conhecimento amplo de si próprio, de forma tranqüila, gradual, prazerosa e sem passagens bruscas. E o mais importante de tudo: ela é capaz de trazer o bem-estar desde o primeiro momento.
Com o Yoga, é interessante lançar mão de outras técnicas e, assim, tentar erguer, em torno de si, uma aura de energias positivas, de paz, de serenidade. E só assim, com a “cabeça no lugar”, como se diz popularmente, para o crescimento daqueles que o cercam. Pense nisso!
Texto da revista Vida & Yoga editado por Thaise Rodrigues (outubro 2007 )
segunda-feira, outubro 15, 2007
DIA DO PROFESSOR
quinta-feira, outubro 04, 2007
MUITOS SÃO CONVIDADOS, MAS POUCOS, ESCOLHIDOS (MT 22:14)

Se você quiser, pode ficar onde está e como está a perder tempo.
Se você quiser, pode continuar inconsciente e sem rumo, sem rota, sem objetivo, perdendo tempo e perdendo-se dentro do tempo.
O homem desperto, graças a longas experiências decisivas, já elegeu seu rumo e está irreversivelmente a caminho.
A viagem redentora é na direção de dentro, dentro de nós. Ali se encontra o Senhor, o próprio Brahma, Ser Absoluto.
Yoga é o rompimento de grilhões, de condicionamentos e de dependência. É libertação.
Yoga é vitória sobre as trevas. É iluminação.
Yoga é o reencontro com o Ser - Verdade. É divinização.
Yoga é esforço, luta e vitória.
É o partir, o caminhar e o chegar.
Há modos diferentes para vencer distâncias, na estrada para Deus.
Se o que nos mais afasta de Deus e nos vincula ao mundo é o nosso próprio imperfeito amar, é a nossa incapacidade para o verdadeiro amor, o nosso caminhar tem de ser não contra o mundo, mas a favor de Deus. Serão a universalização e a divinização de nosso amor que poderão cortar a amarras de servidão e dar-nos, na unificação com o Deus que amamos a libertação salvadora. A isto se chama Bhakti Yoga.
Se o que nos tem frustrado a sede de felicidade e nos tem amargurado e retido é nosso agir egoístico e alienante, nosso caminhar consistirá em divinizar nossa atuação no mundo de Deus, e, assim, unir-nos ao Deus do mundo. A isto se chama Karma Yoga.
Se o que nos empobrece e amesquinha é a ilusão de sermos Antideus, padecendo uma distância frustradora imensa, nosso caminhar precisa ser ao rumo da sabedoria, buscando a “verdade que liberta”. A isto se chama Jñana Yoga.
De um lado, o mau humor, a má ação e o mau conhecimento nos fazem egoístas e sofredores. De outro, o Yoga, como processo integral de divinização do amar, do atuar e do conhecer, é caminho redentor.
Não é exatamente isto o que Cristo ensinou, exemplificando?
Ele insistiu: “Amai a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a vós mesmos”.
Ele nos prometeu: “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará”.
Ele determinou: “Aquilo que quereis que vos façam, fazei vós aos outros”.
Ele nos acordou com benditos açoites de Sua Verdade. Desafiou-nos a “tomar a cruz” e a segui-Lo. Foi-nos exemplo perfeito de discernimento (viveka), de desapego (vairagya), de devoção-amor (Bhakti), de ação perfeita (karman), de sabedoria (jñana), de bravura e resignação (tapas), de auto-entrega ao Pai (Isvarapranidhana)...
Eis por que peço a Jesus, o Cristo, que me torne como um shela, que seja meu divino Guru.
Vamos, você e eu, realizar o Yoga que o Cristo sempre foi e jamais deixará de ser?
Vamos pedir aos grandes sábios e aos santos da Índia que nos elucidem sobre o que ainda não percebemos perfeitamente na imortal mensagem cósmica de Jesus?
Vamos pedir que Jesus, que nós dá amor, nos ajude a entender Krishna, Buda e todos os outros que também ensinaram?
Vamos romper barreiras e realizar uma vida ecumênica, no bendito redil do Pastor?
Vamos amigos, aprender e praticar, até chegar ao Nirvana e podermos dizer: “Eu e Pai somos Um!”.
(Do livro “Yoga, Caminho para Deus”, Ed. Nova Era. Autor: Hermógenes).
segunda-feira, outubro 01, 2007
quarta-feira, setembro 26, 2007
sábado, setembro 22, 2007
"ESTAR DOENTE E SER DOENTE"...
Quando se prolonga, a doença é chamada “crônica”. Quando é brusca e acentuada, diz-se “aguda”. As doenças crônicas agravam-se temporariamente uma ou outra vez: são as “crises”.
Os tratados de patologia (ciência médica que estuda as diversas entidades mórbidas) descrevem os sintomas, isto é, os sofrimentos, as perturbações e os desconfortos de cada doença. Neles, também se encontram as indicações etiológicas, ou seja, a determinação das causas, dos agentes e das condições que geram a doença. Chama-se “síndrome” um conjunto de sintomas, formando um quadro, sem caracterizar propriamente a doença.
O indivíduo mais sadio pode, em determinado dia, sofrer uma infecção, por exemplo. Ou ter uma indigestão e até ir para a cama. Seria injusto dizer que ele é um doente. É um ser sadio, que está doente. Quem tem saúde, quando cai doente, sofre menos e si logo da crise.
Em oposição a isso, há milhões de criaturas que, nas ruas, nos escritórios, nas boates, em toda a parte, trabalhando ou divertindo-se, aparentam ser saudáveis, mas, na realidade, embora não estejam em um leito de hospital, verdadeiramente não gozam de euforia, eutimia (perfeito estado de sossego) e eurritmia, não desfrutam das energias, das harmonias, e do bem-estar físico, mental e social que caracterizam a saúde. Infelizmente, este é o caso da imensa maioria da humanidade. Muitas pessoas, consideradas normais, até agora não descobriram o que é ter saúde, o que é viver sadiamente. Por falta de uma educação para a saúde, muita gente nem sabe que é doença.
Diante de uma pessoa aleijada, não podemos dizer com segurança: eis um homem doente. Ele pode ser mental e organicamente sadio. Diante de outra pessoa que exibe uma aparência de saúde, não podemos dizer: eis um homem sadio. Não sabemos se trata-se de um desses infelizes que já passaram a tomar como normal um estado enfermiço crônico, uma incapacidade qualquer, ou mesmo uma invencível tristeza, um medo de viver, e se mantêm à custa de medicamentos.
É preferível ser um cego saudável a ser uma pessoa inteira, mas cronicamente vencida, não acha? Já se foi o tempo em que se considerava doença apenas uma insuficiência ou um mal-estar físico.
Matéria retirada da revista Vida & Yoga cedida pelo Professor Hermógenes
(setembro 2007)
quinta-feira, setembro 13, 2007
quarta-feira, setembro 05, 2007
quarta-feira, agosto 15, 2007
quinta-feira, junho 28, 2007
terça-feira, junho 19, 2007
terça-feira, maio 29, 2007
ENCONTRO COM O SEU EIXO: AUTO-AVALIAÇÃO...



Início das aulas: novembro de 2006, 6 meses de prática. Obs: Gostei da qualificação de "Poeta corporal"... Acho que tem tudo a ver!!!!









































