ENCONTRO COM O SEU EIXO
Esse espaço é para divulgação e socialização do meu trabalho, pesquisas com todos aqueles que se interessam e que fazem aula comigo!! Refletir um pouco mais sobre o verdadeiro papel do professor de educação física enquanto educador e não apenas um técnico... Conhecer as diversas possibilidades da nossa cultura corporal e como aplicá-las em aulas...
Terça-feira, Fevereiro 21, 2012
A MONTANHA
Quarta-feira, Fevereiro 08, 2012
TUDO ESTÁ NA SUA MENTE
Quarta-feira, Janeiro 18, 2012
O Tempo
Atualmente tem se falado tanto de tempo, ou melhor, da falta de tempo. Agendas atribuladas denunciam que a vida “está corrida”.
Sexta-feira, Novembro 26, 2010
A lagarta que tem medo de altura nunca vira borboleta ...
Terça-feira, Novembro 23, 2010
DIETA PAR VIVER FELIZ
Terça-feira, Abril 21, 2009
Continuando: "O encontro com o meu eixo" In Memorial 2009
Show do Rastapé ao vivo no Programa Super Positivo
Agosto de 2000, aqui estava eu sentada na primeira aula do meu sonhado curso de Licenciatura em Educação Física, parecia um sonho, mas era real, tinha entrado em uma universidade federal de meu país. A emoção era grande, nem imaginava como seria uma aula nessa dimensão! Então, minha graduação foi um sonho real, agora era acadêmica do curso.
No início, como de praxe, era tudo novidade, maravilhoso, intenso... Mas ao contrário do que os estudantes que fazem o que não querem, e eu estava trilhando o curso ideal para mim, entrei e saí mais apaixonada ainda pelos meus estudos, pelo acúmulo de experiências teóricas e práticas que obtive em 5 anos. Claro que tudo que é feito com disciplina e amor torna-se mais agradável e, conseqüentemente flui melhor. Ao mesmo tempo as dificuldades também estavam presentes, mas estas que me fizeram ir atrás das respostas, das indagações mais complexas sobre a minha formação acadêmica e a minha vida pessoal, tudo numa linguagem dialética, sem fragmentações.
Tudo isso contribuiu na minha formação para além daquela “Educação Física” sectária, e sim, para uma educação corporal, a qual sempre me identifiquei desde minha infância. Sempre soube que o nosso corpo registra tudo ao longo dos anos, e tive a oportunidade de estudar e pesquisar de forma científica, saindo do senso comum, ganhando força para continuar no meu caminho acadêmico, com esse olhar mais aguçado sobre as expressões corporais, que ao mesmo tempo era fascinante para alguns e para a maioria (dos acadêmicos e professores) era “radical”, não tinha nada a ver com a educação física e o mercado de trabalho deles.
No entanto, minha primeira flecha lançada foi à idealização de um projeto de extensão e pesquisa, intitulado primeiramente de “Projeto Forró Universitário”, eu mesma tinha críticas sobre esse nome, pois já queria colocar “Projeto Forró Pé de Serra”, mas seria indigesto para a comunidade acadêmica e da ilha de Florianópolis.
Então, fui em busca de uma orientadora para ser responsável pelo projeto. Diga-se de passagem, nunca tinha elaborado um projeto de extensão e pesquisa, e na primeira fase do curso já estava fazendo, conheci a Professora Vera Torres de dança, que ainda não era minha professora, mas mesmo assim fui ao seu encontro com minha proposta de implementar o forró na universidade.
Dito e feito, a minha grande paixão pela música nordestina, em especial o forró, estava concretizada: a banca dos projetos de extensão e pesquisa tinha aprovado o projeto! E, a professora Vera Torres embarcou comigo nesse meu início pedagógico. Nesse momento, pude mostrar para a comunidade acadêmica que a educação física era uma ciência complexa, e não apenas esporte de rendimento.
Gradativamente, meus estudos específicos e o Projeto foram solidificando-se na ilha de Florianópolis. E ao mesmo tempo, fui me aprimorando nas técnicas de relaxamento, alongamento, em especial no Yôga e no Pilates, os quais deram-me maiores possibilidades de trabalhar e explorar a educação física na perspectiva da “cultura corporal”.
Durante os cinco anos de graduação fui me refazendo enquanto ser humano e como educadora, apreendendo a arte de ensinar, de suscitar interesse no outro por meio da verdade, da aprendizagem e principalmente pelo lúdico. Este último sempre presente em minha vida, e graças a sua amizade fui e estou me tornando educadora, professora no âmbito da promoção e da formação humana de meus alunos, evidenciando neles “o corpo que também brinca” (Sousa, 2002).
Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009
O encontro com o meu eixo depois de 27 anos....
Em primeiro lugar a ao Supremo Deus e a Meishu-Sama, a meus pais que se não fossem eles nada disso estaria se concretizando, acreditar nos meus sonhos que se transformaram em metas muito além de profissionais, meu sentido de viver...
Também nesse primeiro lugar, minha prima Carolina Batista, ‘Carola’, que sempre fomos muito ligadas na infância, mas depois nos distanciamos devido às mudanças da vida, mas que se não fosse ela, eu não estaria aqui agora escrevendo esse agradecimento no meu memorial! Graças a ela, que olhou o edital da UFRJ, e viu uma vaga para professor auxiliar do folclore brasileiro (quase inédito - e sabia que pesquisei durante toda minha graduação a cultura brasileira, em especial, o forró), estou inscrita nesse concurso. Obrigado do fundo do meu coração!
A professora Iracema que além de ter sido minha orientadora é uma mestra para mim, sempre me incentivou a continuar meus estudos.
Aos meus ex-alunos que fizeram parte da concretização de meu sonho em consolidar o forró em Florianópolis, por meio da pesquisa teórica e prática.
Aos artistas, músicos entrevistados, aos forrozeiros de São Paulo, a turma do Rastapé que eu me inspirei muito, meus queridos amigos e todas as amizades que construí nesses 12 longos anos no forró, de São Paulo, Rio de Janeiro, Itaúnas, Belo Horizonte, Vitória, Brasília.
Aos grandes mestres eternos do forró, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês que me guiam nessa jornada em prol do forró.
A todos meus alunos que tive em São Paulo na minha prática pedagógica como professora formada, na escola estadual Caetano de Campos, no Projeto Escola da Família e aos meus alunos de Yoga, Pilates e Yogilates.
A todos profissionais envolvidos em meu trabalho, e principalmente aqueles que estiveram presentes na sistematização do meu memorial, em especial, os profissionais da edição de meu documentário, Walter e Flávia.
A minha capacidade de lutar e força e a busca de disciplina e paciência e aos avanços que conquistei e que continuo a conquistar diariamente.
E, as pessoas mais que especiais em minha vida nesse novo processo profissional e pessoal que estou vivendo: a Dra. Cida, minha fonoaudióloga que foi e está sendo a única profissional que conseguiu detectar o problema em minha disfluência, e hoje estou falando muito bem graças a seu trabalho; a responsável pelo Johrei Center Jardins, Claudinha, que está acompanhando toda minha mudança e sempre me dando orientações sinceras e verdadeiras, obrigado!
À minha única e querida irmã Isabela que sempre acreditou em minhas idéias, deixo aqui a minha declaração de amor.
Poeta corporal sendo construída e re-construída sucessivamente. Minha história envolve, desde minha chegada aqui na Terra, muita leitura e indagações sobre o ser humano, sempre em busca de compreender e avançar determinadas armadilhas de nossas mentes, nossas consciências, nossos pensamentos.
Essa curiosidade impulsionou-me a ler e envolver-me com todas as informações deixadas pelos grandes pesquisadores, mentores da nossa humanidade, começando pela Filosofia, Psicologia, Mitologia até a concretude de nosso corpo, da anatomia humana sob outra perspectiva, sendo um conjunto corpo, corpo e corpo... Nada além. Tudo está registrado em nosso corpo.
Então entrei para a universidade, formando-me primeiro em Educação Física e posteriormente, canalizando minha formação profissional para a práxis, o eixo, através de práticas corporais.
No dia-a-dia profissional, pesquiso as diversas áreas de estudo do ser humano, para uma maior compreensão de seu corpo, de seu eixo, através da Física Quântica, Neurologia, Psicologia, Antropologia, para que, de fato, possa contribuir para uma formação mais real e humana de meus alunos, para que consigam se beneficiar integralmente do meu trabalho, através da prática de “ginástica de solo, com Pilates, Yoga, Yogilates e a Dança, tudo com pressuposto teórico-prático do lúdico”.
Para nos tornarmos bons filósofos, precisamos unicamente da capacidade de nos surpreender. Para as crianças, o mundo – e tudo o que existe nele – é uma coisa nova, uma coisa que provoca estupefação.
Os adultos não o vêem assim. A maior parte dos adultos vê o mundo como qualquer coisa completamente normal. Os filósofos constituem uma exceção notável. Um filósofo nunca se conseguiu habituar completamente ao mundo. Para um filósofo ou para uma filósofa o mundo é ainda incompreensível, inclusivamente enigmático e misterioso.
E agora tens que te decidir, cara Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá? (JOSTEIN GAARDER)
Eu sempre me identifiquei com os filósofos, desde pequena amava ler, estudar, dançar, correr, brincar, enfim, já havia nascido para o mundo da educação, mas ainda era cedo para eu ter essa certeza.
Minha vida no mundo da dança começou bem pequena, aos quatro anos de idade. Como toda mãe coloca a filha no ballet! Ainda bem que gostei da coisa! E, em seguida, fiz aula de jazz, dos sete anos aos 14 anos...Nossa!
Desde então não parei mais de dançar, fiz inúmeros cursos de dança, e quando tinha nove anos o meu grande ícone surgiu, a Madonna. Eu passava horas e horas dançando todas usas músicas, assistindo seus clipes, anotando as coreografias.
Em todas as festinhas do ginásio, eu era a atração, para dançar a tão falada Madonna. E isso foi se tornando uma prática natural na minha vida, comecei a estudar sozinha, a arte, a dança, a psicologia, teatro, enfim, tudo que me levasse a entender o corpo e seus movimentos.
Aos 15 anos fui no meu primeiro forró, na casa noturna, Vento Forte, em São Paulo, hoje não existe mais! Nunca tinha dançado daquele jeito, e dancei a noite toda, me identifiquei muito com a dança e meu corpo deslizava como uma pluma! Foi demais! A partir desse primeiro encontro mais profundo com o forró, não parei mais. O outro forró que fui ainda aos 15 anos foi o Projeto Equilíbrio, numa festa que a faculdade de psicologia da USP tinha organizado.
Ao mesmo tempo em que dançava forró, dançava o axé music, a lambaeróbica, mas com 17 anos, comecei a questionar essa dança, que estava sendo vulgarizada, as dançarinas, apareciam quase peladas para a época na televisão e isso era contra meus princípios e valores. A dança é sensual e sexual e não vulgar.
Já estava terminando o colegial, e grandes dúvidas começaram a surgir: eu quero ser professora de dança, mas ganha bem? Onde vou prestar? Na UNICAMAP? Na Universidade Federal da Bahia? Como vou me sustentar lá? Meus pais não iriam aceitar, principalmente minha mãe a qual queria que eu fizesse o curso de direito (diga-se de passagem, nada a ver comigo!), ainda mais em Salvador.
Mesmo com essa dúvida entrei no cursinho, no Objetivo da Paulista, aos 18 anos. Durante o ano todo, estudava das sete horas da manhã às onze horas da noite, sem folga, todos os dias da semana, inclusive aos sábados e aos domingos!
Com o tempo, fui refletindo o que eu queria ser na vida, o que eu queria estudar, o que eu amava... Fiz aquele teste para saber com era minha profissão, tudo errado, não havia saído nem a área da dança e nem da educação física. Mas nem me abalou, pois um certo dia eu fui pesquisar a área da educação física e me encantei, tinha tudo que eu amava, praticar esportes, a arte, dança, e estudos sobre o corpo humano.
Decidido. Vou prestar para o curso de Licenciatura em Educação Física, na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, por dois motivos: um porque era umas das melhores no curso, e outro motivo, porque sempre amei a praia, surfar, e lá era a Ilha da Magia, e coincidentemente tinha um amigo que dançava muito forró, o David, e morava lá há um bom tempo.
Pensei: vou passar e ser professora de forró, criar um projeto de pesquisa. Realizarei meu sonho de pequena: ser professora de dança, e algo a mais, professora de educação física.
No final do ano fui para lá fazer a prova que era em três dias, e nada de alternativa, tudo somatória. Mas estava decidida, tinha estudado muito o ano todo de 1999.
Quando terminava as provas, tinha a sensação de ter ido muito bem, ou muito mal, pois sabia responder tudo! Incrível! O resultado só sairia em janeiro, então como todo o mundo é praticamente pessimista, comecei a achar que não tinha passado, tinha ido muito mal e, meus pais também não acreditavam...Eu seria a primeira pessoa de toda a família a entrar para uma universidade pública e federal...
Véspera de ano novo, 31 de dezembro de 1999, lembro-me como se fosse hoje, estava na Ilha do Mel com meus tios, meus primos, e minha querida avó paterna que ainda era viva e acreditava muito em mim, gostava muito de me ver dançar. O telefone toca de São Paulo, era minha tia Linda e meu tio Danilo, os quais foram fundamentais na minha tomada de decisão em fazer cursinho e prestar uma universidade federal.
“Feliz Ano Novo, tia Linda!”.
“Feliz Ano Novo Suelizinha! O que você quer ganhar de presente de Natal?”.
Achei estranha a pergunta, mas respondi:
“Queria ter passado no vestibular e um namorado”.
“Bom, o namorado pode deixar para depois, a primeira opção você ganhou! Parabéns você passou na universidade federal de santa Catarina para o segundo semestre! Pode comemorar a vontade!”.
“Pára de brincar tia, é mentira!”.
“É verdade, saiu hoje do Diário Oficial!”.
Estava em êxtase, não tinha acreditado ainda, pois esses meus tios eram muito brincalhões.
“É verdade Suelizinha, você passou! Parabéns!”.
Imediatamente telefonei para meus pais em São Paulo, dando a notícia, e eles também não acreditaram. Fiquei chateada, mas compreendi, fazer o que? Ia me divertir e comemorar na praia!
Essa virada de ano foi à primeira de toda minha vida que passei em silêncio, chorando de tanta emoção de ter alcançado por meus próprios méritos e esforço essa tão sonhada vaga!
Meu primeiro sonho havia se tornado a mais nova realidade: o ingresso na Universidade Federal de Santa Catarina.
“Talvez a verdade seja uma questão de ponto de vista e a mentira um ser mutável que igual à larva da borboleta com o tempo torna-se aceitável. Ficando a critério de cada um escolher a sua verdade, a mais agradável” (Johann Wolfgang Goethe).
3. ENQUANTO ISSO... DANÇANDO FORRÓ
Agora já estava tudo certo, concretizado: no segundo semestre de 2000, começaria a universidade! Que felicidade! Ainda parecia um sonho, mas aos poucos, durante o primeiro semestre desse mesmo ano, meus pés foram pisando mais no chão: a vaga era minha e nada podia tirar-me! Eu havia conquistado por meus próprios méritos. A primeira grande vitória em minha vida profissional.
O que fazer em sete meses? O que mais amava na minha vida: dançar, dançar forró!
Ao mesmo tempo em que dançava, ia me apaixonando cada vez mais pela dança e pelo forró, sentia algo a mais que ele provocava em mim, bem como em todos que o freqüentavam sem cansar, sabia eu ra muito mais que uma dança...E, fui começando a pesquisar sobre a cultura nordestina, o folclore brasileiro, a expressão corporal, em livros, vídeos, enfim, estudando antes mesmo de começar minhas tão sonhadas aulas de Educação Física.
Nesse ínterim, consolidei todas minhas amizades no forró que continuam até os dias de hoje, foi uma fase muito importante tanto pessoal como profissionalmente, construir amizades com artistas, produtores de forró, os forrozeiros, tudo isso contribuiu para a elaboração do meu projeto de levar o forró pé de serra para Florianópolis, não pelo senso comum, e sim pelo meio científico.
[1] Rastapé: meus grandes amigos até hoje, sempre soube que seriam conhecidos no Brasil e no mundo. Eles me achavam um pouco ‘doida’, mas algo dentro de mim me falava: eles representariam ao público novo o forró pé de serra suas origens. E foi o que aconteceu quando fui embora para Florianópolis, eles estouraram e estavam na mídia! Isso foi mais que um incentivo para mim, eu me espelhava muito em seu trabalho que era feito com amor, e eu também daria certo como pesquisadora e professora de forró! Já estava decidido dentro de mim!
Quem quiser ler todo meu Memorial eu salvei nesse link:
http://rapidshare.com/files/186224482/MEMORIAL_SUEL_oficial_rapishare_19_01_09.doc
Terça-feira, Dezembro 30, 2008
LANÇAMENTO:::: DESFILE DA COLEÇÃO DÈJÁ VU::::SUEL SHÁKTI
“Eu já tive essa sensação antes...”.


Você já viu uma pessoa pela primeira vez e pensou que a conhece de algum lugar?

Ou ao conversar com alguém percebeu que já havia falado exatamente as mesmas palavras anteriormente?

Isso é o Dèjá vu!

A expressão francesa, que significa “já visto” (e também “já senti”) é usada para indicar um fenômeno que acontece no cérebro da maior parte da população mundial.

O termo foi aplicado pela primeira vez por Emile Boirac (1851-1917), um estudioso interessado em fenômenos psicológicos.
Normalmente, porém, este sentimento está associado à estranheza.

Ou seja, a pessoa vivencia a sensação de algo já ter ocorrido, ou de já ter estado em um determinado lugar, consegue prever o que ocorrerá no roteiro que está experimentando aparentemente pela primeira vez, mas que sente ser familiar...

mesmo que pareça impossível já ter vivido esta experiência anteriormente.

Esse sentir parece não haver tempo nem espaço, é simplesmente aquele momento único, uma grande poesia que nossa alma vivencia, sem saber o porquê.

E, partindo dessa premissa, a Coleção foi elaborada com a proposta de inovar o conceito de corpo versus alma tão discutido na área das atividades físicas.

A maioria dos seres humanos têm uma compreensão de que esse corpo é puramente biológico...

... mas nós, da Equipe da Coleção, temos outra visão:

de que o nosso corpo vai além, ou seja, temos uma cultura corporal que abrange todos nós - corpo matéria, corpo emocional e corpo espiritual, sendo uno, sem fragmentações.

E essa concepção aponta um caminho para uma saúde verdadeira, integral e completa, onde as questões puramente fisiológicas passam a ser mais abrangente, chegando à memória de nossas células.







































