Terça-feira, Fevereiro 21, 2012

A MONTANHA


          “A vida  pode  ser comparada à  conquista de uma montanha. Como na  vida,  ela  possui  altos  e  baixos.
Para ser conquistada deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso. Todo alpinista sabe que deve  ter  equipamento apropriado.
Quanto mais alta a montanha, maior os cuidados e mais detalhados os preparativos.
No momento da escalada, o iní­cio parece ser fácil. Quanto mais  subimos mais  árduo  vai  se  tornando o caminho. Chegando  a  uma  primeira  etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir.
O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.
À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso.
As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde  intenso  das árvores, as rochas pontiagudas  desafiando o céu.
Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas...
Então, dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas.
         Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilí­brio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.
Nesse momento, precisamos  de  um  amigo  para nos auxiliar. Podemos estar   machucados, feridos  a  ponto  de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar. O amigo vem e nos cura os ferimentos.
Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda  nos prende ao amigo que nos puxa para a subida. Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.
Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos  dificuldade  para respirar.
O que nos salva é o equipamento  certo  para  este  momento. Depois  vêem as tempestades de neve, os ventos árticos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.
Se escorregarmos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo.
Se cairmos num  buraco  de  falsidade  de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.
Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.
Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha. Para os alpinistas, os mais altos picos são os que mais os atraem.
Eles desejam alcançar o topo e se esmeram.  Preparam-se durante  meses. Selecionam a equipe, material e depois se dispõem para a grande conquista.
         Todos nós temos um desejo, um sonho, um objetivo, um verdadeiro Everest. E este Everest não tem 8.848 metros de altitude, nem está entre a China e o Nepal, este Everest está dentro de nós.

             É Preciso ir em busca deste Everest, de nossa mais profunda realização”.

   (Texto: Waldemar Nicliewicz – Alpinista Brasileiro enviado por Alfredo Siciliani)





Seja a mudança que você quer ver no mundo”. (Gandhi)



Profª.
  Suel Shákti 

Quarta-feira, Fevereiro 08, 2012

TUDO ESTÁ NA SUA MENTE

Sua imaginação é uma poderosa e criativa ferramenta para transformar sua vida.
A imaginação sempre precede a transformação. Toda mudança importante que você fez na sua vida, interior ou exterior, começou com um ato de imaginação.
Imaginação – nossa capacidade de criar imagens não disponíveis para o sistema sensorial é indiscutivelmente o maior dom para a evolução da consciência humana. A fim de transformar a nós mesmos e nosso mundo, precisamos ser capazes de pular fora do familiar e ir para o desconhecido.
O primeiro passo para fazer isso é imaginar o futuro diferente do passado, um sentimento de si mesmo diferente do que temos agora. Claro que somos moldados por nossas Lembranças, nosso Karma e pelos padrões tecidos em nossos neurônios e células. Inegavelmente, também somos influenciados pela cultura e condições físicas. Alguns desses fatores são difíceis de mudar. Mas a imaginação pode nos ajudar a substituir nossos padrões internos, especialmente aqueles que nos mantêm limitados e presos. Se formos capazes de reinventar o sentido de quem somos, podemos mudar nossa experiência de vida.
Yoga é sobretudo o que acontece quando reconhecemos essa verdade. Se você pode imaginar-se, digamos, livre de sofrimento, você já deu o primeiro passo em direção a essa liberdade.
No livro The Biology of Transcendence (sem tradução no Brasil), Joseph Chilton Pearce escreve: “Psicologicamente superior ao comum ‘ver os olhos’, a imaginação vem da mais alta ‘corrente evolutiva’ da visão, e ainda emprega uma forma superior e mais pura da luz. {...} Em vez de os sentidos impactarem a mente com imagens, como quando simplesmente olhamos, por meio da imaginação a mente impacta os sentidos com as imagens”.
O que Pearce quer dizer com “da mais alta corrente evolutiva” é que os subníveis da imaginação se estabelecem relativamente perto da fonte original de criatividade. Essa fonte tem sido descrita de diversas maneiras: como a grande mente, o inconsciente coletivo, o campo de todas as possibilidades, a inteligência divina, o Tao.
Atos da imaginação podem nos conectar com aquele lugar onde os insights e a inspiração chegam espontaneamente, como uma caixinha de idéias, a primeira linha de um poema ou o reconhecimento direto de quem somos além da nossa ordinária autodefinição. A imaginação nos liga a possibilidades infinitas, ao campo do qual todos os genuínos insights criativos surgem.

IMAGINANDO O NOSSO MUNDO

Grandes poetas e pensadores científicos têm descrito o mistério da descoberta do caminho que John Keats fez, quando disse que seus maiores poemas foram “dados a mim” por “um poder como mágica”. Viajantes espirituais têm experiências semelhantes do poder do campo interior. A imaginação é a porta para este campo além da consciência ordinária.
De acordo com o antigo mestre tântrico Abhinavagupta, a imaginação não é apenas poderosa, é o próprio poder. A capacidade humana de imaginar, de acordo com o Tantra, é simplesmente nossa forma individual do poder da consciência infinita. Essa grande mente imagina mundos dentro de si e leva-os para a existência, dizem os sábios tântricos. Nossa imaginação faz a mesma coisa, mas em uma escala menor. O Yoga Vasishtha, um texto-chave do Vedanta, que prefigura a física quântica, descreve o chamado mundo real como uma criação da imaginação, feito de consciência solidificada, ou emergia sutil, que cada um de nós coloca no lugar em que acredita.
O Shiva Sutra afirma consistentemente que um yogi que compreende este princípio e o cultiva pode reorganizar essas partículas da consciência e manifestar qualquer coisa. A maioria de nós, é claro, não está funcionando nem próximo a este nível.
O mais provável é que nossa imaginação opere inconscientemente, com fantasias e construções de pensamentos dispersos. Ao praticar o que chamo de Yoga da imaginação, podemos aprender a utilizar nosso dom divino para a fantasia como uma ferramenta criativa para a transformação.

(Sally Kempton, revista Prana Yoga Journal, fevereiro 2010)

Quarta-feira, Janeiro 18, 2012

O Tempo


           Atualmente tem se falado tanto de tempo, ou melhor, da falta de tempo. Agendas  atribuladas denunciam que a vida “está corrida”.
Vivemos tempos em que a comunicação por e-mail virou rotina. O Messenger, programa de conversação on-line, agrega uma lista gigantesca de pessoas que ficam chamando enquanto você conversa com alguém e acaba por “se perder” em tanta conversa. Estamos tão próximos e tão distantes, somos tão íntimos e tão estranhos.
Será que os tempos modernos estão atrapalhando a nossa compreensão de que algumas coisas e não todas as coisas podem ser on-line?
Penso que sim, especialmente quando o assunto é dieta. Manchetes de “emagreça rápido e sem esforço” chegam ao nosso imaginário como um bálsamo. Preenchem nossa mente e nos fazem sonhar com essa adorável possibilidade.
Você pode emagrecer rápido, mas vai engordar rápido também.
Sabe aquelas letrinhas minúsculas que aparecem nas grandes promoções e que acessam nossos desejos? O preço é ótimo, mas quando chegamos mais pertinho é o da parcela e não do produto. É isso que acontece com essas promessas de emagrecimento rápido. O juro não vale a pena!
Estamos acostumados com os instantâneos, com os pré-cozidos. Mas esquecemos que essa fórmula não vale para tudo.
A gravidez, o crescimento, a formação, os relacionamentos, são apenas alguns exemplos de que as principais situações da vida mantêm uma relação direta com o tempo. O tempo é uma condição para que aconteçam.
Falar em paciência nos tempos atuais é quase uma heresia, parece até coisa de quem não é pró-ativo. Parece que substituímos a realidade pela ilusão. O real pelo virtual.
Mas a prática denuncia que há alguns problemas. A busca por emagrecimento rápido é um deles.
Plantamos as ações do processo de emagrecimento, mas somente o tempo as fará germinar.
Não perca isso de vista. O seu foco direcionará suas ações. Quando você quer emagrecer rápido, seu foco é a velocidade e não o emagrecimento.
Como disse Clarice Lispector: “Mude, mas comece devagar porque a direção é mais importante que a velocidade”.
A dificuldade de aceitar os limites que o tempo impõe tem sido uma vilã na busca por emagrecimento saudável.
Realizar mudanças é uma tarefa delicada. Os hábitos arraigados levaram tempo para se instalar e obedecerão ao mesmo princípio para serem modificados.
Utilize o bom senso. O sobrepeso tem relação direta com o comportamento alimentar. Você terá que se alimentar por toda a vida, dessa forma a única maneira de manter seu peso estável é equilibrar sua relação com a comida.
Cada pessoa responderá ao processo de emagrecimento de forma singular. Independente do número de quilos que você precisa emagrecer, considere um prazo de seis a doze meses para emagrecer.
Pode ser que você precise de mais ou menos dependendo do número de quilos. Mas como estamos pensando em processo de mudança consistentes no modo de vida, o investimento deve ser a médio a longo prazo.
Inicialmente parece muito, mas lembre-se que você não acumulou peso em poucos meses. Lembre-se também que não é apenas na eliminação dos quilos excedentes que você está investindo, mas principalmente na sustentação do seu peso magro.

VOLTAR A ENGORDAR

Assim como o tempo “leva embora o sobrepeso”, o mesmo tempo pode “trazê-lo de volta”.
Não há certificado de garantia para a magreza, ou para a felicidade. Há apenas o reconhecimento e o comprometimento de fazer e continuar fazendo o que precisa ser feito para desfrutar o que foi conquistado.
Estejamos CONSCIENTES de nosso propósito!
Mudar hábitos basicamente significa sair do automático e operar no manual. Prestar atenção às nossas escolhas. É como dirigir, a experiência não dispensa a atenção.



Sexta-feira, Novembro 26, 2010

A lagarta que tem medo de altura nunca vira borboleta ...

A LAGARTA QUE TEM MEDO DE ALTURA NUNCA VIRA BORBOLETA



Ninguém pode mudar e permanecer o mesmo, ao mesmo tempo...



O primeiro passo para uma transformação verdadeira é estar aberto a ela. Parece óbvio, mas no dia a dia não é tão simples assim. Na maioria das vezes, queremos mudar e, ao mesmo tempo, permanecer os mesmos! Vejo isso diariamente na minha sala de aula. Como acredito que o Yoga que praticamos em cima do nosso tapete é um laboratório para o Yoga que fazemos na vida, vou usar um exemplo bem simples e corriqueiro. Toda vez que vou dar uma aula em que trabalhamos a abertura de quadril, ou a preparação para padmasana, postura de lótus, escuto os mesmos comentários: “Ah, isso acontecerá somente em outra encarnação!”. Ou algo como: “Por favor, me passe outra coisa para fazer, pois isso é impossível com o corpo que tenho”. Ou ainda, quando alguém diz que quer fazer Yoga para aprender a relaxar, mas não tem paciência para fazer savasana, o relaxamento final. Em sua maioria, os comentários precedem qualquer tentativa para se fazer a postura, sendo interessante observar que esses alunos constantemente reclamam de dores exatamente nas partes que estou propondo trabalhar.

Normalmente, nos encontramos presos nesse paradoxo e gostaríamos de mudar, mas a lembrança de quem eu era ontem não permite me entregar à possibilidade de me tornar alguém diferente.

É quase assustador imaginar que eu possa ser e, principalmente, pensar de maneira diferente do que sou e penso neste exato momento. A dificuldade de se entregar à transformação está no fato de que temos de pesar os prós e contras da mudança com a cabeça de quem somos agora. Nós nos deixamos prender pelos condicionamentos e nos tornamos escravos de nossas supostas necessidades. É como alguém que quer fazer terapia pois está insatisfeito com seu trabalho, ou outro porque tem dúvidas se deve se casar com a noiva atual. Ambos desistem de enfrentar uma decisão de mudança antes mesmo de começarem a refletir realmente sobre o assunto. O primeiro tem medo de que a terapia o faça deixar seu trabalho e o outro, de que chegue à conclusão de que gostaria mesmo é de separar da companheira.

O passo inicial para a transformação é a entrega. O desejo sem a ação não nos levará a lugar algum. É preciso confiar no nosso poder interior e não permitir que a pessoa que fomos ontem emperre o nosso futuro.

O que seria da borboleta se a lagarta não quisesse entrar no casulo com medo de ter de aprender a voar?

Namaskar!



(Isabela Fontes, revista Prana Yoga Journal, dez 2009)

Terça-feira, Novembro 23, 2010

DIETA PAR VIVER FELIZ

A mudança inadiável...




Qualquer tratamento geriátrico propõe uma inteligente disciplina alimentar, pois nossos hábitos alimentares, desde a infância, geralmente pecam, seja por carência de nutrientes, seja por intoxicar o meio interno, seja por agressão ao aparelho digestivo, seja por produzir excitamento, seja pela indigência energética. É por tudo isso que nosso autotreinamento sugere uma nutrição que, em vez de promover doenças, promova saúde; em vez de antecipar ou acelerar a entropia ou degradação do sistema, a retarde e desacelere. O autotreinamento se propõe a evitar que o homem continue usando os dentes para abrir a própria sepultura.

Convido-o a repensar seus velhos hábitos alimentares e, a partir daí, começar as inadiáveis correções. Não resta dúvida de que hábitos alimentares desnaturados, em geral atendendo somente aos caprichos do paladar, nos adoecem, enquanto a nutrição inteligente restaura e preserva a saúde.

Levando em conta que será difícil para você mudar maus hábitos alimentares que o vêm condicionando por dezenas de anos, e simultaneamente aderir aos novos, promotores de vida, tentarei esclarecer os porquês da mudança.

Primeiro tente compreender e depois ponha em prática o que disse Hipócrates, denominado o Pai da Medicina: “Que o alimento seja teu único remédio”.




NUTRIÇÃO HIGEOGÊNICA (HIGEOGÊNICO É TUDO QUE GERA SAÚDE)




Gostaria de poder explicar melhor, mas não tenho como detalhar todos os porquês das diferentes sugestões para uma nutrição desintoxicante, antioxidante e geradora de saúde. Para não ultrapassar os limites deste livro, cabe-nos contentar-nos com indicações sintéticas e gerais sobre o que fazer e o que evitar. Quem quiser saber mais, leia Autoperfeição, com Hatha-Yoga; Paz, amor e saúde; Saúde plena: Yogaterapia e Yoga para nervosos.

Progressivamente adote a alimentação vegetariana. Sem repressão e sem ansiedade, pare de intoxicar-se devorando bicho morto.

Substitua o açúcar refinado por melado, mel, açúcar mascavo ou estévia. Vença a compulsão de comer os tão apetitosos docinhos, refrigerantes industriais, caramelos, sorvetes e tortas. Açúcar gera dependência, igual às outras drogas.

Evite farinhas brancas (macarrão, pão, pizza). Consuma somente cereais integrais (arroz, milho, trigo, aveia).

Aumente o consumo de frutas, legumes, tubérculos, raízes e folhas verdes, que fornecem vitaminas, sais minerais e fibras.

Evite os extremos – comer demais ou escassamente. Nada de usar moderadores de apetite. O autotreinamento que este livro ensina, e você vai praticar, pode lhe assegurar tranqüilidade psicológica e harmonia interior; desta forma, se droga e seus perturbadores efeitos colaterais, o apetite virá a ser moderado e sadio.




(Profº. Hermógenes, Saúde na terceira idade, p.173)






Ao estudar a vida de grandes professores e místicos, um aspecto se ressalta: eles costumam sempre dar orientações quanto à alimentação. Talvez por ser um gesto tão cotidiano e diário, acabamos por nos distrair em relação ao modo de nos alimentarmos. Eles nos propõem a mudança e a transformação, parece que a mudança do hábito alimentar é um caminho importante para a elevação da consciência e, também, cuidado com o corpo. Neste texto, Hermógenes faz esse papel, algumas vezes árduo, de sair da normalidade danosa para uma vida plena e saudável. (Vitor Caruso)

Texto retirado da revista Prana Yoga Journal, outubro 2009)




































Terça-feira, Abril 21, 2009

Continuando: "O encontro com o meu eixo" In Memorial 2009



“É porque o forró vai mais além, ele está num momento certo, as coisas acontecem assim num momento certo pela natureza. Ele está acontecendo porque as pessoas tão indo buscar, porque as pessoas estão precisando se abraçar, tão precisando ficar..ter mais calor humano, tão precisando ficar mais espontânea, entendeu? Ficar menos artificiais e o forró é chameguento , o forró é exagerado, o forró é alegre . Muita coisa acontece, numa festa dessas , tem gente que começa a namorar, tem gente que está sozinho chorando porque perdeu o namorado e uns que se perdem no meio da festa. Então o forró ele é uma coisa aconchegante, envolvente e nós estamos num momento precisando desse abraço, nós estamos precisando de amor, porque a humanidade está sofrendo muito com algo que ela mesma desencadeou, pelos centros urbano e pela voracidade e pela ânsia de ganhar muito dinheiro e depois deixar tudo com os médicos”(Amelinha,2003)

Show do Rastapé ao vivo no Programa Super Positivo






Primeira apresentação em público e com meus queridos “Rastapé”

4. ERA APENAS O INÍCIO DE UMA GRANDE DESCOBERTA: SER EDUCADORA

Agosto de 2000, aqui estava eu sentada na primeira aula do meu sonhado curso de Licenciatura em Educação Física, parecia um sonho, mas era real, tinha entrado em uma universidade federal de meu país. A emoção era grande, nem imaginava como seria uma aula nessa dimensão! Então, minha graduação foi um sonho real, agora era acadêmica do curso.
No início, como de praxe, era tudo novidade, maravilhoso, intenso... Mas ao contrário do que os estudantes que fazem o que não querem, e eu estava trilhando o curso ideal para mim, entrei e saí mais apaixonada ainda pelos meus estudos, pelo acúmulo de experiências teóricas e práticas que obtive em 5 anos. Claro que tudo que é feito com disciplina e amor torna-se mais agradável e, conseqüentemente flui melhor. Ao mesmo tempo as dificuldades também estavam presentes, mas estas que me fizeram ir atrás das respostas, das indagações mais complexas sobre a minha formação acadêmica e a minha vida pessoal, tudo numa linguagem dialética, sem fragmentações.
Tudo isso contribuiu na minha formação para além daquela “Educação Física” sectária, e sim, para uma educação corporal, a qual sempre me identifiquei desde minha infância. Sempre soube que o nosso corpo registra tudo ao longo dos anos, e tive a oportunidade de estudar e pesquisar de forma científica, saindo do senso comum, ganhando força para continuar no meu caminho acadêmico, com esse olhar mais aguçado sobre as expressões corporais, que ao mesmo tempo era fascinante para alguns e para a maioria (dos acadêmicos e professores) era “radical”, não tinha nada a ver com a educação física e o mercado de trabalho deles.
No entanto, minha primeira flecha lançada foi à idealização de um projeto de extensão e pesquisa, intitulado primeiramente de “Projeto Forró Universitário”, eu mesma tinha críticas sobre esse nome, pois já queria colocar “Projeto Forró Pé de Serra”, mas seria indigesto para a comunidade acadêmica e da ilha de Florianópolis.
Então, fui em busca de uma orientadora para ser responsável pelo projeto. Diga-se de passagem, nunca tinha elaborado um projeto de extensão e pesquisa, e na primeira fase do curso já estava fazendo, conheci a Professora Vera Torres de dança, que ainda não era minha professora, mas mesmo assim fui ao seu encontro com minha proposta de implementar o forró na universidade.
Dito e feito, a minha grande paixão pela música nordestina, em especial o forró, estava concretizada: a banca dos projetos de extensão e pesquisa tinha aprovado o projeto! E, a professora Vera Torres embarcou comigo nesse meu início pedagógico. Nesse momento, pude mostrar para a comunidade acadêmica que a educação física era uma ciência complexa, e não apenas esporte de rendimento.
Gradativamente, meus estudos específicos e o Projeto foram solidificando-se na ilha de Florianópolis. E ao mesmo tempo, fui me aprimorando nas técnicas de relaxamento, alongamento, em especial no Yôga e no Pilates, os quais deram-me maiores possibilidades de trabalhar e explorar a educação física na perspectiva da “cultura corporal”.
Durante os cinco anos de graduação fui me refazendo enquanto ser humano e como educadora, apreendendo a arte de ensinar, de suscitar interesse no outro por meio da verdade, da aprendizagem e principalmente pelo lúdico. Este último sempre presente em minha vida, e graças a sua amizade fui e estou me tornando educadora, professora no âmbito da promoção e da formação humana de meus alunos, evidenciando neles “o corpo que também brinca” (Sousa, 2002).

Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009

O encontro com o meu eixo depois de 27 anos....

Uma breve história da minha vida profissional e pessoal, a qual foi elaborada em janeiro desse ano novo de 2009, com o propósito de sistematizar meu primeiro 'Memorial', para uma determinada instituição federal de nosso país... em breve revelarei a todos meus companheiros de trabalho, parceiros, alunos, enfinm todos que de alguma forma fizeram e fazem parte da minha vida profissional e pessoal.


"O encontro com o meu eixo"



AGRADECIMENTOS

Em primeiro lugar a ao Supremo Deus e a Meishu-Sama, a meus pais que se não fossem eles nada disso estaria se concretizando, acreditar nos meus sonhos que se transformaram em metas muito além de profissionais, meu sentido de viver...

Também nesse primeiro lugar, minha prima Carolina Batista, ‘Carola’, que sempre fomos muito ligadas na infância, mas depois nos distanciamos devido às mudanças da vida, mas que se não fosse ela, eu não estaria aqui agora escrevendo esse agradecimento no meu memorial! Graças a ela, que olhou o edital da UFRJ, e viu uma vaga para professor auxiliar do folclore brasileiro (quase inédito - e sabia que pesquisei durante toda minha graduação a cultura brasileira, em especial, o forró), estou inscrita nesse concurso. Obrigado do fundo do meu coração!

A professora Iracema que além de ter sido minha orientadora é uma mestra para mim, sempre me incentivou a continuar meus estudos.

Aos meus ex-alunos que fizeram parte da concretização de meu sonho em consolidar o forró em Florianópolis, por meio da pesquisa teórica e prática.

Aos artistas, músicos entrevistados, aos forrozeiros de São Paulo, a turma do Rastapé que eu me inspirei muito, meus queridos amigos e todas as amizades que construí nesses 12 longos anos no forró, de São Paulo, Rio de Janeiro, Itaúnas, Belo Horizonte, Vitória, Brasília.

Aos grandes mestres eternos do forró, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês que me guiam nessa jornada em prol do forró.

A todos meus alunos que tive em São Paulo na minha prática pedagógica como professora formada, na escola estadual Caetano de Campos, no Projeto Escola da Família e aos meus alunos de Yoga, Pilates e Yogilates.

A todos profissionais envolvidos em meu trabalho, e principalmente aqueles que estiveram presentes na sistematização do meu memorial, em especial, os profissionais da edição de meu documentário, Walter e Flávia.

A minha capacidade de lutar e força e a busca de disciplina e paciência e aos avanços que conquistei e que continuo a conquistar diariamente.

E, as pessoas mais que especiais em minha vida nesse novo processo profissional e pessoal que estou vivendo: a Dra. Cida, minha fonoaudióloga que foi e está sendo a única profissional que conseguiu detectar o problema em minha disfluência, e hoje estou falando muito bem graças a seu trabalho; a responsável pelo Johrei Center Jardins, Claudinha, que está acompanhando toda minha mudança e sempre me dando orientações sinceras e verdadeiras, obrigado!

À minha única e querida irmã Isabela que sempre acreditou em minhas idéias, deixo aqui a minha declaração de amor.

1. POETA CORPORAL: SUEL BALBINO LESSA

Poeta corporal sendo construída e re-construída sucessivamente. Minha história envolve, desde minha chegada aqui na Terra, muita leitura e indagações sobre o ser humano, sempre em busca de compreender e avançar determinadas armadilhas de nossas mentes, nossas consciências, nossos pensamentos.

Essa curiosidade impulsionou-me a ler e envolver-me com todas as informações deixadas pelos grandes pesquisadores, mentores da nossa humanidade, começando pela Filosofia, Psicologia, Mitologia até a concretude de nosso corpo, da anatomia humana sob outra perspectiva, sendo um conjunto corpo, corpo e corpo... Nada além. Tudo está registrado em nosso corpo.

Então entrei para a universidade, formando-me primeiro em Educação Física e posteriormente, canalizando minha formação profissional para a práxis, o eixo, através de práticas corporais.

No dia-a-dia profissional, pesquiso as diversas áreas de estudo do ser humano, para uma maior compreensão de seu corpo, de seu eixo, através da Física Quântica, Neurologia, Psicologia, Antropologia, para que, de fato, possa contribuir para uma formação mais real e humana de meus alunos, para que consigam se beneficiar integralmente do meu trabalho, através da prática de “ginástica de solo, com Pilates, Yoga, Yogilates e a Dança, tudo com pressuposto teórico-prático do lúdico”.



2. “O MUNDO DE SOFIA”

Para nos tornarmos bons filósofos, precisamos unicamente da capacidade de nos surpreender. Para as crianças, o mundo – e tudo o que existe nele – é uma coisa nova, uma coisa que provoca estupefação.

Os adultos não o vêem assim. A maior parte dos adultos vê o mundo como qualquer coisa completamente normal. Os filósofos constituem uma exceção notável. Um filósofo nunca se conseguiu habituar completamente ao mundo. Para um filósofo ou para uma filósofa o mundo é ainda incompreensível, inclusivamente enigmático e misterioso.
Os filósofos e as crianças pequenas possuem uma importante qualidade em comum. Podes dizer que um filósofo permanece durante toda a sua vida tão capaz de se surpreender como uma criança pequena.

E agora tens que te decidir, cara Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá? (JOSTEIN GAARDER)

Eu sempre me identifiquei com os filósofos, desde pequena amava ler, estudar, dançar, correr, brincar, enfim, já havia nascido para o mundo da educação, mas ainda era cedo para eu ter essa certeza.

Minha vida no mundo da dança começou bem pequena, aos quatro anos de idade. Como toda mãe coloca a filha no ballet! Ainda bem que gostei da coisa! E, em seguida, fiz aula de jazz, dos sete anos aos 14 anos...Nossa!
Recordo-me, em uma aula de jazz, eu deveria ter uns seis, sete anos, eu olhei para a professora, que era linda, graciosa em seus movimentos, e pensei comigo mesma: “um dia serei professora de dança, como a minha professora, linda e saberei dançar tudo!”. A paixão pela arte da dança já tinha aflorado em meu pequenino coração.

Desde então não parei mais de dançar, fiz inúmeros cursos de dança, e quando tinha nove anos o meu grande ícone surgiu, a Madonna. Eu passava horas e horas dançando todas usas músicas, assistindo seus clipes, anotando as coreografias.
Meus pais ficaram chocados! Naquela época, não era comum, uma criança se fascinar pela Madonna, sendo ela um símbolo sexual. Mesmo assim, enfrentei todos e continuei a dançar todas suas músicas, principalmente “Vogue”, a qual eu fiz várias apresentações no colégio!

Em todas as festinhas do ginásio, eu era a atração, para dançar a tão falada Madonna. E isso foi se tornando uma prática natural na minha vida, comecei a estudar sozinha, a arte, a dança, a psicologia, teatro, enfim, tudo que me levasse a entender o corpo e seus movimentos.

Aos 15 anos fui no meu primeiro forró, na casa noturna, Vento Forte, em São Paulo, hoje não existe mais! Nunca tinha dançado daquele jeito, e dancei a noite toda, me identifiquei muito com a dança e meu corpo deslizava como uma pluma! Foi demais! A partir desse primeiro encontro mais profundo com o forró, não parei mais. O outro forró que fui ainda aos 15 anos foi o Projeto Equilíbrio, numa festa que a faculdade de psicologia da USP tinha organizado.

Ao mesmo tempo em que dançava forró, dançava o axé music, a lambaeróbica, mas com 17 anos, comecei a questionar essa dança, que estava sendo vulgarizada, as dançarinas, apareciam quase peladas para a época na televisão e isso era contra meus princípios e valores. A dança é sensual e sexual e não vulgar.

Já estava terminando o colegial, e grandes dúvidas começaram a surgir: eu quero ser professora de dança, mas ganha bem? Onde vou prestar? Na UNICAMAP? Na Universidade Federal da Bahia? Como vou me sustentar lá? Meus pais não iriam aceitar, principalmente minha mãe a qual queria que eu fizesse o curso de direito (diga-se de passagem, nada a ver comigo!), ainda mais em Salvador.

Mesmo com essa dúvida entrei no cursinho, no Objetivo da Paulista, aos 18 anos. Durante o ano todo, estudava das sete horas da manhã às onze horas da noite, sem folga, todos os dias da semana, inclusive aos sábados e aos domingos!

Com o tempo, fui refletindo o que eu queria ser na vida, o que eu queria estudar, o que eu amava... Fiz aquele teste para saber com era minha profissão, tudo errado, não havia saído nem a área da dança e nem da educação física. Mas nem me abalou, pois um certo dia eu fui pesquisar a área da educação física e me encantei, tinha tudo que eu amava, praticar esportes, a arte, dança, e estudos sobre o corpo humano.

Decidido. Vou prestar para o curso de Licenciatura em Educação Física, na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, por dois motivos: um porque era umas das melhores no curso, e outro motivo, porque sempre amei a praia, surfar, e lá era a Ilha da Magia, e coincidentemente tinha um amigo que dançava muito forró, o David, e morava lá há um bom tempo.

Pensei: vou passar e ser professora de forró, criar um projeto de pesquisa. Realizarei meu sonho de pequena: ser professora de dança, e algo a mais, professora de educação física.

No final do ano fui para lá fazer a prova que era em três dias, e nada de alternativa, tudo somatória. Mas estava decidida, tinha estudado muito o ano todo de 1999.

Quando terminava as provas, tinha a sensação de ter ido muito bem, ou muito mal, pois sabia responder tudo! Incrível! O resultado só sairia em janeiro, então como todo o mundo é praticamente pessimista, comecei a achar que não tinha passado, tinha ido muito mal e, meus pais também não acreditavam...Eu seria a primeira pessoa de toda a família a entrar para uma universidade pública e federal...

Véspera de ano novo, 31 de dezembro de 1999, lembro-me como se fosse hoje, estava na Ilha do Mel com meus tios, meus primos, e minha querida avó paterna que ainda era viva e acreditava muito em mim, gostava muito de me ver dançar. O telefone toca de São Paulo, era minha tia Linda e meu tio Danilo, os quais foram fundamentais na minha tomada de decisão em fazer cursinho e prestar uma universidade federal.

“Feliz Ano Novo, tia Linda!”.

“Feliz Ano Novo Suelizinha! O que você quer ganhar de presente de Natal?”.

Achei estranha a pergunta, mas respondi:

“Queria ter passado no vestibular e um namorado”.

“Bom, o namorado pode deixar para depois, a primeira opção você ganhou! Parabéns você passou na universidade federal de santa Catarina para o segundo semestre! Pode comemorar a vontade!”.

“Pára de brincar tia, é mentira!”.

“É verdade, saiu hoje do Diário Oficial!”.

Estava em êxtase, não tinha acreditado ainda, pois esses meus tios eram muito brincalhões.
Eu pedi para eles falarem a verdade para minha avó.

“É verdade Suelizinha, você passou! Parabéns!”.

Imediatamente telefonei para meus pais em São Paulo, dando a notícia, e eles também não acreditaram. Fiquei chateada, mas compreendi, fazer o que? Ia me divertir e comemorar na praia!

Essa virada de ano foi à primeira de toda minha vida que passei em silêncio, chorando de tanta emoção de ter alcançado por meus próprios méritos e esforço essa tão sonhada vaga!
Meu primeiro sonho havia se tornado a mais nova realidade: o ingresso na Universidade Federal de Santa Catarina.


“Talvez a verdade seja uma questão de ponto de vista e a mentira um ser mutável que igual à larva da borboleta com o tempo torna-se aceitável. Ficando a critério de cada um escolher a sua verdade, a mais agradável” (Johann Wolfgang Goethe).


3. ENQUANTO ISSO... DANÇANDO FORRÓ

Agora já estava tudo certo, concretizado: no segundo semestre de 2000, começaria a universidade! Que felicidade! Ainda parecia um sonho, mas aos poucos, durante o primeiro semestre desse mesmo ano, meus pés foram pisando mais no chão: a vaga era minha e nada podia tirar-me! Eu havia conquistado por meus próprios méritos. A primeira grande vitória em minha vida profissional.

O que fazer em sete meses? O que mais amava na minha vida: dançar, dançar forró!
E, foi isso que fiz.
Todo o dia escutava forró, e praticamente diariamente ia a todos os forrós com o Rastapé[1], que estava no início de sua carreira. Remelexo da Lapa, Remelexo de Pinheiros, Blen Blen, Projeto Equilíbrio, KVA, festas fechadas, Encontro de forró na Via Funchal, apresentação nos programas de TV: Super Positivo e Adriana Galisteu, Festas Juninas na USP, minha festa de despedida no sítio da Ciça (como uma tia para mim) em Embu das Artes, na Cidade das Abelhas, e muitos outros lugares!

Ao mesmo tempo em que dançava, ia me apaixonando cada vez mais pela dança e pelo forró, sentia algo a mais que ele provocava em mim, bem como em todos que o freqüentavam sem cansar, sabia eu ra muito mais que uma dança...E, fui começando a pesquisar sobre a cultura nordestina, o folclore brasileiro, a expressão corporal, em livros, vídeos, enfim, estudando antes mesmo de começar minhas tão sonhadas aulas de Educação Física.

Nesse ínterim, consolidei todas minhas amizades no forró que continuam até os dias de hoje, foi uma fase muito importante tanto pessoal como profissionalmente, construir amizades com artistas, produtores de forró, os forrozeiros, tudo isso contribuiu para a elaboração do meu projeto de levar o forró pé de serra para Florianópolis, não pelo senso comum, e sim pelo meio científico.















Rastapé, mais que meus amigos, uma família para mim que fez parte da minha história como professora, pesquisadora e amante do forró. Remelexo da Lapa, minha pré-despedida em 2000.


[1] Rastapé: meus grandes amigos até hoje, sempre soube que seriam conhecidos no Brasil e no mundo. Eles me achavam um pouco ‘doida’, mas algo dentro de mim me falava: eles representariam ao público novo o forró pé de serra suas origens. E foi o que aconteceu quando fui embora para Florianópolis, eles estouraram e estavam na mídia! Isso foi mais que um incentivo para mim, eu me espelhava muito em seu trabalho que era feito com amor, e eu também daria certo como pesquisadora e professora de forró! Já estava decidido dentro de mim!


Quem quiser ler todo meu Memorial eu salvei nesse link:

http://rapidshare.com/files/186224482/MEMORIAL_SUEL_oficial_rapishare_19_01_09.doc








Terça-feira, Dezembro 30, 2008

LANÇAMENTO:::: DESFILE DA COLEÇÃO DÈJÁ VU::::SUEL SHÁKTI


"Coleção Dèjá Vu Excitation Here"




“Eu já tive essa sensação antes...”.


Você já passou por essa situação e pareceu que o tempo tinha congelado? Estranho demais!





Você já viu uma pessoa pela primeira vez e pensou que a conhece de algum lugar?






Ou ao conversar com alguém percebeu que já havia falado exatamente as mesmas palavras anteriormente?




Isso é o Dèjá vu!





A expressão francesa, que significa “já visto” (e também “já senti”) é usada para indicar um fenômeno que acontece no cérebro da maior parte da população mundial.





O termo foi aplicado pela primeira vez por Emile Boirac (1851-1917), um estudioso interessado em fenômenos psicológicos.





Déjà Vu é quando nós vemos ou sentimos algo pela primeira vez e temos a sensação de já ter visto ou experimentado aquela sensação anteriormente, sob o aspecto espiritual e também sob o ângulo da neurologia e da psicologia.






Normalmente, porém, este sentimento está associado à estranheza.





Ou seja, a pessoa vivencia a sensação de algo já ter ocorrido, ou de já ter estado em um determinado lugar, consegue prever o que ocorrerá no roteiro que está experimentando aparentemente pela primeira vez, mas que sente ser familiar...





mesmo que pareça impossível já ter vivido esta experiência anteriormente.





Esse sentir parece não haver tempo nem espaço, é simplesmente aquele momento único, uma grande poesia que nossa alma vivencia, sem saber o porquê.





E, partindo dessa premissa, a Coleção foi elaborada com a proposta de inovar o conceito de corpo versus alma tão discutido na área das atividades físicas.




A maioria dos seres humanos têm uma compreensão de que esse corpo é puramente biológico...


... mas nós, da Equipe da Coleção, temos outra visão:





de que o nosso corpo vai além, ou seja, temos uma cultura corporal que abrange todos nós - corpo matéria, corpo emocional e corpo espiritual, sendo uno, sem fragmentações.





E essa concepção aponta um caminho para uma saúde verdadeira, integral e completa, onde as questões puramente fisiológicas passam a ser mais abrangente, chegando à memória de nossas células.





Então, tal “saúde integral” é uma nova perspectiva de um ser humano unificado, onde o visível (a matéria) e o invisível (mente/alma/espírito) precisam ser entendidos como as mesmas ferramentas para se atingir uma vida feliz com seu corpo, seu templo, a morada de nossa essência.







Dessa maneira, a “Coleção Dèjá Vu Excitation Here” (momento de prazer), chega ao mercado de roupas para práticas corporais com o intuito de evidenciar a individualidade do ser humano, por meio de peças elaboradas sob medida, valorizando cada biotipo, o qual sempre foi imposto pela sociedade, e que o mesmo não corresponde à realidade dos mesmos.








Participe dessa nova proposta da cultura corporal!










Segunda-feira, Novembro 03, 2008

Novembro!!!!!